1 de novembro de 2022, 10:41

Bombeiras participam de Curso Nacional de Atendimento à Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar


Integrantes do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Sergipe (CBMSE) participaram durante toda esta semana do Curso Nacional de Atendimento à Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar. O evento reuniu representantes do Corpo de Bombeiros, Polícia Civil, Polícia Militar e da Guarda Municipal, na Academia de Polícia Civil (Acadepol). A iniciativa é da Diretoria de Ensino e Pesquisa da Secretaria de Gestão e Ensino em Segurança Pública, do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

O objetivo do curso, que já foi realizado em vários Estados, é capacitar os integrantes do Sistema Único de Segurança Pública (Susp) para atuação na prevenção e combate à violência doméstica e familiar contra a mulher. “O curso é uma das iniciativas do MJSP para nacionalização do enfrentamento à violência doméstica. É uma iniciativa que tem como objetivo unir as forças de segurança do Susp, para que afinemos melhor as ferramentas e instrumentos que os servidores terão para o enfrentamento dessa violência”, afirmou a coordenadora de ensino do MJSP, Juliana Amorim.

A major BM Jeane Lisboa, ressaltou a importância da integração no atendimento a esse tipo de violência. “O curso é muito importante porque trata de uma questão que envolve os diversos atores de Segurança Pública. Desde nós bombeiros, que somos chamados a socorrer vítimas de traumas resultantes de violência doméstica, até a Polícia Militar que cuidará do agressor e a Polícia Civil que seguirá com o fluxo processual. A ideia é a capacitação e reconhecimento de como o sistema de acolhimento a essas vítimas funciona e como podemos ser mais eficientes nesse ciclo. Vimos como a violência doméstica alcança todos nós enquanto sociedade, a atualização da legislação sobre a Lei Maria da Penha, protocolos e metodologias, além de dados estatísticos que nos ajudarão a desempenhar melhor nosso papel nesse enfrentamento à violência doméstica contra a mulher em nosso Estado”, destacou.

Por Dinah Menezes