16 de maio de 2023, 09:48

Corpo de Bombeiros divulga balanço estatístico de 2016


Publicada em 17/01/2017

O Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe (CBMSE) através do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) divulgou nos primeiros dias deste ano, o relatório anual estatístico ano base 2016.

Com o objetivo de prover uma ampla visão da atuação da instituição, o relatório analisou as estatísticas referentes às principais ocorrências do Corpo de Bombeiros, tanto na atuação geral, quanto no atendimento realizado em cada unidade do CBMSE do Estado. Os dados foram extraídos das 14.940 chamadas de ocorrências, registradas através do CIOSP pelos telefones 190 e 193.

Entre os diversos chamados recebidos, concentrando 68% das chamadas registradas na grande Aracaju, os que mais se destacaram foram: incêndio em vegetação, somando 18,62% das ocorrências; controle de insetos (16,24%); contenção de paciente psicossocial (6,51%); atendimento pré-hospitalar (5,03%); seguido por incêndio em edificação (4,36%) e de tentativa de suicídio, somando 1,23% dos registros.

 

 

Em comparação com o ano de 2015, notou-se uma elevação em alguns tipos de ocorrência, a exemplo de incêndios em vegetação, que sofreu uma elevação de 44,4%; já os incêndios em edificações, a elevação foi de 18,74%. Um índice que chamou atenção do Corpo de Bombeiros foi o aumento significativo de tentativas de suicídio, onde o CIOSP registrou 47,29% a mais de chamadas deste tipo de natureza.

A importância da estatística para o serviço dos bombeiros

 

O relatório estatístico é útil para o planejamento operacional da corporação, onde se pode planejar a atuação das unidades operacionais, baseado na maior incidência de ocorrências, bem como, alocar recursos logístico e medir a eficiência dos atendimentos realizados, tempo de respostas, dentre outros. A análise estatística ainda serve para direcionar o levantamento de recursos.

Do total de chamados recebidos, o CBMSE atendeu a 4.608 ocorrências em todo território sergipano, de um total de 14.940, gerando uma demanda reprimida de 69%. Isso se deve ao fato de que na demanda reprimida estão os trotes, solicitações que não são atribuições do Corpo de Bombeiros e outras ocorrências onde o despachante constata que não há necessidade de envio de viatura.