10 de maio de 2023, 09:16

Alunos do Curso de Formação de Cabos participam de simulados de atendimento pré-hospitalar


Publicado em 28/07/2010

 

Os alunos do Curso de Formação de Cabos (CFC), realizado pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Sergipe (CBMSE), estão participando de simulados de atendimento pré-hospitalar. Essas atividades fazem parte da etapa de complementação de ensino, com a realização de cursos técnico-profissionais, como o de Suporte Básico de Vida (CSBV).

“Nosso objetivo é trazer os alunos o mais próximo da realidade, colocando os mesmos em contato com situações das mais simples às mais complexas, para que eles ponham em prática o que viram na teoria”, afirmou o coordenador do CSBV, tenente Valter Alves.

O curso de Suporte Básico de Vida visa padronizar as técnicas e procedimentos adotados no atendimento de vítimas de trauma, tendo como base a aplicação do protocolo do Grupamento de Socorros Especiais (GSE) do Corpo de Bombeiros, bem como os protocolos nacionais e internacionais existentes.

Um dos simulados foi realizado no Centro de Ensino e Instrução (CEI) do CBMSE, com vítimas de traumas de rua, a exemplo de acidentes automobilísticos como atropelamento, vítima em carro e vítima em motocicleta.

“São as situações mais comuns do nosso dia-a-dia e é sempre importante aperfeiçoar o atendimento, além do fato de que as técnicas evoluem e é preciso acompanhar essa evolução”, apontou o tenente.

O outro simulado foi realizado no município de São Cristóvão, com o resgate de vítimas em locais de difícil acesso e uso de aeronave. Para isso, a atividade contou com o apoio da aeronave do Grupamento Tático Aéreo (GTA), da Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP).

“Nós simulamos uma situação de quatro vítimas perdidas na mata por conta da queda de um pequeno avião. Os alunos tiveram que utilizar bússola e adentrar na mata, passando por água, lama, entre outras situações características desse tipo de atendimento. Além disso, pudemos treinar o resgate com a aeronave. São situações mais incomuns, mas que precisamos estar preparados para o caso delas virem a acontecer”, concluiu o oficial.