19 de maio de 2023, 08:18

Concurso “Nome do Mascote Projeto Golfinho 2019”


Publicada em 21/10/2019

O Projeto Golfinho vem se aproximando e o Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe (CBMSE) quer a sua participação para a escolha do nome do nosso Mascote.

Para participar, basta seguir os passos:

Facebook:

1) Curta a nossa página do Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe;
2) Comente com sua sugestão de nome no post do concurso.

Instagram:

1) Siga a nossa página @bombeirosdesergipe;
2) Curta o post do concurso;
3) Comente com sua sugestão de nome no post do concurso.

Você poderá sugerir um nome até dia 10 de novembro. Em seguida, entre os dias 04 e 08, iremos realizar uma votação entre os três melhores nomes escolhidos pela Assessoria de Comunicação do CBMSE, para a escolha do nome vencedor.

Não vai ficar de fora, vai? Participe! O escolhido pode ser o seu!

Premiação:

Serão dois vencedores nas redes sociais do Corpo de Bombeiros de Sergipe. (Facebook e Instagram).

Os dois vencedores terão direito a matricular uma criança entre 07 a 14 anos de idade na 10ª edição do Projeto Golfinho, que será realizado em três etapas, entre os dias 02 e 20 de dezembro de 2019, na Grande Aracaju, no Estado de Sergipe.

Sobre o projeto:

O Projeto Golfinho é uma espécie de colônia de férias que visa levar informações úteis a crianças e adolescentes, para a formação de cidadãos mais conscientes de suas responsabilidades para com eles mesmos, a sociedade e o meio ambiente.

Alunos da rede pública municipal e estadual de ensino são levados à praia de Atalaia pelo Corpo de Bombeiros para uma semana inteira de palestras educativas sobre riscos em locais de banho, primeiros socorros e boas práticas ambientais, além de muita diversão.

Já foram realizadas nove edições do Projeto, que mobilizam cerca de 360 alunos participantes a cada ano e que estejam incluídos na faixa etária entre sete a dezessete anos. Além desses alunos, o projeto também contempla crianças e adolescentes com restrições sensitivas (visão, audição e outras), motoras ou que necessitem de um processo educacional especializado, sem, no entanto, deixar de promover a inclusão dessas crianças no convívio social com marcas de solidariedade e cidadania.

Por: Brunno Carvalho